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Vitinho reencontra o Botafogo e tenta seu primeiro gol pelo Corinthians em duelo decisivo

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Criado em General Severiano, atacante vive momento de retomada no Timão e mira a “lei do ex” na Neo Química Arena.

O Corinthians entra em campo neste domingo, às 16h, contra o Botafogo, em um confronto que pesa na reta final do Brasileirão — e que carrega um significado especial para Vitinho. O atacante, contratado em agosto, reencontrará pela primeira vez o clube que o formou e o lançou ao futebol profissional, em 2011, quando ainda dividia espaço entre base e elenco principal em General Severiano.

Forjado no Botafogo, Vitinho despontou em 2013 como uma das principais promessas do país. Naquele ano, ganhou espaço após a saída de nomes importantes, acumulou gols decisivos — incluindo um voleio em clássico contra o Flamengo no Campeonato Carioca — e terminou a temporada com 11 gols, três assistências e protagonismo na campanha que recolocou o Glorioso na Libertadores. O desempenho o levou ao CSKA Moscou e abriu portas em mercados como Internacional, Flamengo, Arábia Saudita e Emirados.

Agora no Corinthians, o atacante busca um novo capítulo. Chegou inicialmente como opção de elenco, ganhou minutos como titular em três partidas e tenta ainda seu primeiro gol com a camisa alvinegra. Em 12 jogos, somou uma assistência, mas acabou freado por uma artroscopia no joelho direito após lesão contra o Mirassol. Recuperado e novamente disponível desde 20 de novembro, reencontra o clube de origem justamente no momento em que disputa vaga com Gui Negão para substituir Memphis Depay, fora do jogo por edema ósseo.

O clássico particular de Vitinho acontece em um cenário de ambições diferentes. O Corinthians, 11º colocado com 45 pontos, já não alcança mais o G7 e mira ao menos fechar a temporada entre os oito primeiros. O Botafogo, por sua vez, vive excelente fase: já garantido na Libertadores, ocupa o quinto lugar com 58 pontos e está invicto há sete partidas, sendo quatro vitórias e três empates.

Para Vitinho, o duelo reúne duas motivações: voltar a ganhar espaço com Dorival Júnior e, quem sabe, marcar contra quem o viu nascer no futebol — a chance perfeita de fazer valer a tradicional “lei do ex”.

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