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Corinthians fecha 2025 com ótimo desempenho em clássicos e segue invicto na Neo Química Arena contra os rivais

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Timão termina o ano com 57% de aproveitamento em 14 duelos contra Palmeiras, Santos e São Paulo, consolida força como mandante e domina os confrontos decisivos do Paulistão e da Copa do Brasil.

O Corinthians encerrou a temporada de 2025 com um recorte que reforça a identidade competitiva construída ao longo do ano: o desempenho em clássicos. A vitória por 3 a 1 sobre o São Paulo, nesta quinta-feira na Neo Química Arena, consolidou números positivos em duelos contra os grandes rivais. Em 14 jogos diante de Palmeiras, Santos e São Paulo, o Timão somou sete vitórias, três empates e quatro derrotas, com um aproveitamento de 57,14%, além de 16 gols marcados e 15 sofridos.

Quando o recorte é apenas como mandante, os números ficam ainda mais expressivos. Jogando na Neo Química Arena, o Corinthians terminou o ano invicto em clássicos: foram cinco vitórias e dois empates em sete jogos, reforçando o peso da Arena como território hostil para os adversários. Fora de casa, entretanto, o desempenho ficou abaixo do desejado, com duas vitórias, quatro derrotas e um empate — contraste que evidencia tanto a força em Itaquera quanto a dificuldade em confirmar o mesmo rendimento como visitante.

O triunfo recente sobre o São Paulo, decisivo na parte final do Brasileirão, também quebrou um incômodo jejum. O Timão ainda não havia vencido o rival no ano: perdeu por 3 a 1 no Paulistão e por 2 a 0 no primeiro turno, ambos no Morumbis. A vitória por 3 a 1 na Arena não apenas equilibrou o retrospecto, mas também representou um ponto de virada emocional, sobretudo pela atuação de Yuri Alberto e Memphis.

O Palmeiras foi o adversário de maior peso na temporada e também aquele que mais proporcionou capítulos marcantes para a Fiel. Além do empate por 1 a 1 no Allianz Parque pela fase de grupos do Paulistão, o Corinthians conquistou o 31º título estadual justamente sobre o Verdão, vencendo por 1 a 0 no Allianz e empatando em 0 a 0 na Neo Química Arena. Nos duelos da Copa do Brasil, o Timão repetiu o roteiro: venceu por 1 a 0 em Itaquera e por 2 a 0 no Allianz, avançando com autoridade. Pelo Brasileirão, o Palmeiras levou a melhor no primeiro turno com vitória por 2 a 0, mas o Corinthians devolveu equilíbrio com empate por 1 a 1 no segundo.

Contra o Santos, o desempenho também foi amplamente favorável, especialmente como mandante. No Paulistão, o Corinthians venceu por 2 a 1 na fase de grupos e repetiu o placar na semifinal. No Brasileirão, venceu por 1 a 0 na Neo Química Arena, mas acabou derrotado por 3 a 1 na Vila Belmiro — único tropeço diante do rival praiano no ano.

Os números finais de 2025 reforçam um recorte que agrada à Fiel e dá lastro ao trabalho da comissão técnica: o Corinthians voltou a ser competitivo nos jogos grandes, recuperou protagonismo nos clássicos e estabeleceu Itaquera como fortaleza absoluta diante de Palmeiras, Santos e São Paulo. Em um ano de altos e baixos, foram justamente os clássicos que ajudaram a construir a identidade vencedora do Timão.